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Torre de medição instalada em uma lavoura de trigo

Medimos o carbono e a água que a sua área troca.

A maior parte dos números de carbono usados na agricultura brasileira vem de estudos realizados em outros países. Instalamos uma torre de medição na sua área e registramos a troca real de carbono, metano e água em alta frequência, de forma contínua, ao longo de toda a safra.

Fluxo de carbono · sinal ilustrativo
Alta frequência
10 Hz
Operação contínua
24/7
Área coberta
~1 km²
Variáveis medidas
CO₂ · CH₄ · H₂O
Eddy covariance Micrometeorologia Sensoriamento remoto Ciência do solo Agronomia Inventários de carbono Irrigação de precisão Eddy covariance Micrometeorologia Sensoriamento remoto Ciência do solo Agronomia Inventários de carbono Irrigação de precisão

O que medimos

Quatro leituras, um registro contínuo da sua área.

Uma torre mede a troca entre a sua área e a atmosfera acima dela. As quatro leituras vêm da mesma torre, no mesmo instante.

CO₂ µmol m⁻² s⁻¹

Carbono

Se a área está absorvendo ou emitindo carbono, hora a hora, ao longo de todo o ciclo da cultura.

CH₄ nmol m⁻² s⁻¹

Metano

O gás determinante em arroz irrigado e pecuária, e aquele em que as estimativas importadas apresentam maior desvio.

H₂O mm dia⁻¹

Uso de água

O consumo real de água pelo solo e pela cultura somados, medido em campo em vez de estimado por equação.

H · LE W m⁻²

Calor e energia

Quanto da energia solar aquece o ar e quanto evapora água. Também serve para verificar a consistência das medições.

Método

Eddy covariance: o método em que a ciência se apoia.

O ar acima da lavoura se desloca em vórtices turbulentos. Cada vórtice transporta uma porção de ar para cima ou para baixo, com sua própria concentração de gás. A torre mede a velocidade vertical do vento e a concentração do gás em alta frequência, e a relação entre as duas medidas é o próprio fluxo. O método não utiliza câmaras e não interfere na cultura.

ÁREA MEDIDA 10 Hz w′ · c′ AR SUBINDO AR DESCENDO
A torre contabiliza o transporte para cima e para baixo; a diferença entre os dois é o que a área absorveu ou emitiu.
O sensor de vento e o analisador de gases no topo de uma torre fluxGHG
O sensor de vento e o analisador de gases no topo de uma torre fluxGHG
  1. 01

    Medir

    Instalamos e comissionamos a torre na sua área: anemômetro sônico, analisador de gases e sensores de radiação e de solo. A operação é autônoma, com transmissão contínua de dados.

  2. 02

    Quantificar

    As leituras de alta frequência passam por controle de qualidade e são processadas em fluxos — quanto carbono a área absorveu e quanto emitiu, sob o seu manejo.

  3. 03

    Estender

    A torre passa a ser a referência de modelos alimentados por imagens de satélite, estendendo o resultado ao restante da propriedade ou à região.

Como a torre integra a lavoura inteira ao seu redor, e não alguns pontos de amostragem, o resultado representa a área sobre a qual o auditor, o comprador ou o agrônomo está perguntando.

Serviços

De uma torre a um balanço de carbono regional.

Medimos em campo, modelamos as áreas sem instrumentação e entregamos os dois em formato que se sustenta em relatórios e auditorias.

01

Instalação e operação de torres de medição

Instalamos e operamos os sistemas que registram continuamente a absorção e a emissão de gases de efeito estufa da sua área. É o dado primário sobre o qual se constroem projetos de crédito de carbono e alegações de produto.

  • Equipamento
  • Instalação
  • Dados remotos
02

Fatores de emissão e absorção

Fatores obtidos na sua própria área, em condições brasileiras, no lugar de valores padrão dos Estados Unidos ou da Europa. A contabilidade de carbono passa a refletir o seu sistema de produção.

  • Inventários
  • Verificação
  • Relatórios
03

Modelagem e dados de satélite

Com imagens de satélite e modelagem, estendemos o resultado da torre à propriedade inteira ou à região, com a validação necessária para sustentar o número.

  • Satélite
  • Modelos
  • Escala
04

Água e irrigação

Medição contínua do consumo hídrico da cultura para orientar a irrigação: menos água bombeada, menor consumo de energia e produtividade preservada.

  • Irrigação
  • Uso de água
  • Risco de seca
Pivô central com medição contínua de água

mm dia⁻¹

Consumo hídrico medido

30 min

Intervalo entre leituras

Água

Irrigue pelo consumo medido, não por estimativa.

Nossas torres medem o uso de água de forma direta e em tempo real — a água que evapora do solo somada à liberada pelas plantas. É o consumo real da área, registrado continuamente em vez de estimado por uma equação de referência.

Combinada a sensores de umidade do solo e à previsão do tempo, a irrigação passa a ser decidida com base em medição: menos água bombeada, menor consumo de energia e umidade do solo mantida na faixa exigida pela cultura.

Modelagem

Uma torre mede uma área. Um modelo cobre a região.

A torre entrega uma resposta confiável para a área ao redor dela. Para as demais áreas, desenvolvemos um modelo calibrado com essas medições e alimentado por informações disponíveis em qualquer lugar: imagens de satélite, que mostram a condição da vegetação, e dados meteorológicos. A torre permanece como referência; o modelo estende essa resposta para toda a região.

DADOS DE ENTRADA MODELO MAPA DE CARBONO MEDIÇÃO Torres de medição Leitura direta, a cada 30 minutos SATÉLITE Imagens da vegetação Quão verde e ativa está a área CLIMA Dados meteorológicos Sol, temperatura, chuva e solo − CO₂ + CO₂
A área que uma torre realmente mede, mapeada no campo
A área que uma torre realmente mede, mapeada no campo
  1. 01

    Treinar

    O modelo é ajustado até reproduzir o carbono medido pela torre apenas a partir das condições de clima e de vegetação.

  2. 02

    Conferir

    Uma área inteira é retirada do treinamento e depois prevista sem que o modelo a tenha conhecido. É assim que verificamos se ele funciona onde não existe medição.

  3. 03

    Mapear

    Aplicado aos dados de satélite e de clima de toda uma região, o modelo estima o balanço de carbono onde não há torre — a propriedade inteira, a região ou a área de originação.

O modelo foi desenvolvido a partir de anos de medição em campo e evolui continuamente: cada nova torre instalada acrescenta dados e aumenta a precisão das estimativas em toda a região ao redor.

Sobre nós

Um grupo de pesquisa que decidiu levar os instrumentos a campo.

A fluxGHG existe para substituir números presumidos por números medidos na agricultura brasileira.

01
Expertise
Nossa equipe é formada por profissionais altamente qualificados da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com longa experiência em monitoramento de gases de efeito estufa, ciência do tempo, agronomia e ciência do solo.
02
Visão
Queremos nos tornar referência no monitoramento de gases de efeito estufa, ajudando empresas a decidir a partir de medições, e não de suposições.
03
Tecnologia
Usamos eddy covariance para medir absorção e emissão com rapidez e precisão, e modelos para estender essas medições a áreas que não dá para cobrir com uma torre.

Equipe

As pessoas por trás da fluxGHG.

Alecsander Mergen

Alecsander Mergen

Co-fundador & CEO

Doutorando em Física com longa experiência na instalação e configuração de sistemas de eddy covariance. Alecsander entende a fundo como funciona a medição de gases em campo e lidera o desenvolvimento de modelos e o monitoramento da empresa.

Josué M. Sehnem

Josué M. Sehnem

Co-fundador & CTO

Engenheiro Eletricista especializado em processamento e análise de dados. Josué constrói a tecnologia por trás da fluxGHG — os sistemas e modelos que transformam leituras brutas em dados nos quais se pode confiar.

Contato

Conte para nós sobre a sua área.

Se você precisa de um balanço de carbono para certificação, de números para um inventário ou de dados de água para irrigar melhor — escreva para nós e retornaremos em breve.

Localização
Santa Maria, RS — Brasil